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Inscritos no Patrimônio Mundial da UNESCO em 2025 por seus manguezais, lodaçais, tartarugas e aves limícolas.
Site oficialwhc.unesco.org→Capital da Guiné Portuguesa até 1941, conserva edifícios coloniais abandonados e tomados pela vegetação.
Lugar de memória da rainha de Orango, morta em 1930, figura respeitada da história bijagó.
Ilhas, lagoas e manguezais onde vivem hipopótamos que entram na água do mar, um caso único na África.
Criado em 2000, protege Poilão, ilha sagrada e um dos grandes locais de desova da tartaruga-verde no Atlântico.
Em fevereiro, grupos das ilhas desfilam com suas máscaras e danças, um dos raros momentos em que a cultura bijagó se mostra em público.
Dançarinos com máscaras de touro, tubarão ou peixe-serra encarnam a força e os espíritos da natureza.
Os ritos de iniciação acontecem em locais proibidos aos visitantes; siga sempre as orientações dos seus guias.
Xaréu, barbudo ou barracuda pescados no mesmo dia e grelhados na lenha, servidos com arroz.
Colhidas nas raízes do mangue, são comidas grelhadas ou com molho.
Ensopado de amendoim, muitas vezes com frango ou peixe e servido com arroz, um clássico da cozinha guineense.