🍁 Quebeque · Golfo de São Lourenço

Ilhas da Madalena

Um arquipélago de dunas e arenito vermelho no golfo

⚠️ Horários, preços e condições de acesso podem mudar sem aviso prévio, por razões alheias à nossa vontade (época do ano, meteorologia, decisões das companhias, dos estabelecimentos ou das autoridades locais). Antes de cada partida, convém confirmar as informações junto das autoridades competentes e dos prestadores em causa.

No meio do golfo de São Lourenço, as Ilhas da Madalena formam um arquipélago do Quebeque com cerca de uma dúzia de ilhas. Seis delas estão ligadas por longas dunas de areia e pela estrada 199. Falésias de arenito vermelho, casas coloridas, portos de pesca e lagunas compõem a paisagem. Chega-se de avião desde Montreal ou Quebeque, ou de ferry desde a Ilha do Príncipe Eduardo.

Paisagens

Dunas, falésias e lagunas

As seis ilhas ligadas sucedem-se de sudoeste para nordeste: Havre-Aubert, Cap-aux-Meules, Havre-aux-Maisons, Pointe-aux-Loups, Grosse-Île e Grande-Entrée. Entre elas, cordões de dunas fecham vastas lagunas. As falésias de arenito vermelho, escavadas pelo mar em grutas e arcos, descobrem-se a pé, de caiaque ou de barco.

A ilha de Entrada, habitada mas sem ligação rodoviária, alcança-se por um pequeno ferry ou em excursão desde Cap-aux-Meules. Ao largo, a ilha Brion é uma reserva ecológica povoada por aves marinhas e focas. As praias são numerosas e muito longas; o mar aberto continua fresco, mas as lagunas pouco profundas aquecem no verão.

Cultura insular

Uma cultura acadiana virada para o mar

A maioria dos madelinots fala francês e tem origem acadiana. Grosse-Île e a ilha de Entrada acolhem comunidades anglófonas de origem escocesa e irlandesa. A pesca da lagosta, do caranguejo e da vieira ainda marca o ritmo dos portos, de Grande-Entrée a L'Étang-du-Nord, e chega à mesa.

Em Havre-Aubert, o sítio patrimonial de La Grave reúne antigos edifícios de pesca, o Musée de la Mer, oficinas de artesãos e cafés. Em Havre-aux-Maisons, um defumadouro de arenque e uma queijaria artesanal, ambos ÉCONOMUSÉE, mostram saberes transmitidos de geração em geração.

Dicas práticas

Preparar a estadia nas ilhas

A época alta vai do fim de junho ao fim de agosto: reserve cedo alojamento, carro e ferry. Junho e setembro são mais calmos, com muitos serviços ainda abertos. Muitos restaurantes e atividades fecham do outono à primavera. No fim de fevereiro e início de março, por vezes há saídas para ver crias de foca no gelo.

Nas ilhas, o carro continua a ser a forma mais simples de circular ao longo da estrada 199. A bicicleta convém a ciclistas em forma, porque o vento sopra muitas vezes forte. Leve camadas quentes e um corta-vento, mesmo em julho: o mar modera as temperaturas e as noites são frescas.

IMPERDÍVEL

O que fazer em Ilhas da Madalena

Atividades
Falésias de caiaque, vento, bicicleta e grandes praias
Restaurantes
Lagosta, vieiras e queijos do arquipélago
Cultura e descoberta
Património acadiano, defumadouros e ateliês
INFO PRÁTICA

Informações práticas

Como chegarDe avião até ao aeroporto YGR via Montreal ou Quebeque (Air Canada, PAL Airlines, Pascan), ou no ferry CTMA desde Souris (Ilha do Príncipe Eduardo), cerca de 5 h.
Melhor épocaDo fim de junho ao início de setembro; junho e setembro são mais calmos.
MoedaDólar canadiano (CAD).
LínguaFrancês; inglês em Grosse-Île e na ilha de Entrada.
FormalidadesPassaporte válido e eTA (autorização eletrónica de viagem, 7 CAD, válida 5 anos) obrigatória para chegar ao Canadá de avião. Sem visto para estadias turísticas até 6 meses.
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Tourisme Îles de la Madeleine
PERGUNTAS

Perguntas frequentes

É preciso carro nas Ilhas da Madalena?

É o mais prático: as ilhas ligadas estendem-se ao longo da estrada 199. Há agências de aluguer em Cap-aux-Meules e no aeroporto; reserve cedo no verão.

Como chegar a partir da Europa?

Voo para Montreal ou Quebeque e depois voo regional para o aeroporto YGR. Outra opção: ir até Souris, na Ilha do Príncipe Eduardo, e apanhar o ferry CTMA.

É possível ver focas?

Sim. No verão, há saídas de zodiac para observar focas nas lagunas. As crias de foca nascem no gelo por volta do fim de fevereiro e início de março.

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Foto: luvmycrows, CC BY 2.0, Wikimedia Commons